sábado, 29 de novembro de 2014

Entrevista sobre homofobia

1- Como é ser visto na sociedade como um homossexual?
   
   Nos dias de hoje, ser homossexual não é fácil pois, em muitas vezes temos que nos esconder e mentir para conseguirmos viver em paz. As vezes somos descriminados e humilhados por pessoas que se acham melhor que todos e que não aceitam essa condição.

2- Porque muitos homossexuais não assumem o que são para a sociedade?

   Quando chegamos no mercado de trabalho e falamos o que somos, as pessoas te olham torto e até te esnobam. Por isso que muitas pessoas não tocam neste assunto a menos que seja de extrema importância.

3- Na sua opinião, algum dia esse preconceito acabará?
   Eu gostaria de falar que sim, mais infelizmente esse preconceito não acabará. Pessoas que são homofóbicas passam para seus filhos e netos esse preconceito e isso acaba se espalhando. Claro que os homossexuais tem que se impor diante da sociedade, mais sempre haverá alguém para nos humilhar e nos diminuir.

4- Você já sofreu algum tipo de violência?
   Graças a Deus, não! Mais tenho medo toda vez que saio na rua de ser agredido, xingado ou até mesmo morto por algum preconceituoso que não respeita as pessoas. Tenho amigos gays, mas também tenho muitos amigo héteros e nos damos super bem e eles me respeitam e nós até brincamos com esse assunto às vezes.

5- O que você acha sobre a adoção entre pessoas do mesmo sexo?

   Isso pra mim é muito importante. Não é só porque a pessoa se relaciona com pessoas do mesmo sexo que não pode adotar filhos. Muitas vezes, aquela criança que um casal hétero rejeitou, um casal gay adota e cuida com todo amor e carinho.

6- Para terminar, qual a sua opinião sobre a cura gay?
   A cura gay é uma providencia que tomaram para falar que homossexualidade é uma doença e que isso pode ser curado. Mas isso são pensamentos de pessoas ignorantes e que não tem um minimo de respeito pelas pessoas.

Texto fictício de autoria de Giovana Firagi.

Resenha sobre homofobia

Homofobia é a aversão que algumas pessoas tem contra pessoas que gostam do mesmo sexo. Quando as pessoas tem essa fobia, elas são capazes de muitas coisas, pois acham que isso é errado e que não deveria existir pessoas assim no mundo.
   Todos nós vemos que no mundo inteiro acontecem fatos incríveis de pessoa que mataram homossexuais por causa da homofobia. 

   Temos que lutar para que isso se torne apenas uma lembrança, pois cada vez mais pessoas morrem pelo mesmo motivo e isso é horrível, pois temos que ser tolerantes, temos que respeitar as decisões das pessoas e nos concentrarmos apenas nos nossos problemas. 

Texto de autoria de Ana Cristina.

Notícia sobre homofobia

Mais um caso de homofobia do Brasil
   
   No dia 23 de Novembro, um casal homossexual foi violentado por um grupo de pessoas no momento que passavam pela Avenida Paulista. Segundo testemunhas o fato ocorreu por volta das 18:00 horas em frente ao Extra.
   O casal encontra-se em estado grave no hospital e seus familiares afirmam reconhecer os agressores. Três pessoas foram presas até agora e a polícia continua a investigação. 

 Texto de autoria de Elma Cruz e Thaina Karen.

Charge sobre homofobia




Desenho de autoria de Enalva Roberta.

História em quadrinhos sobre homofobia



Desenho de autoria de Enalva Roberta.

Artigo sobre homofobia

Homofobia é um tipo de preconceito que a sociedade não aceita por conta de pessoas quem gostam do mesmo sexo, gays e lésbicas, e é onde muitas vezes acontece a violência que acaba em morte em uma das partes. Esse preconceito infelizmente acaba atingindo a religião também, pois não aceitam esse tipo de escolha. No futebol esse preconceito também entra, uma vez que eles não aceitam isso.
  Temos um exemplo na novela da rede Globo. Há um casal em que o homem é gay, porém ele é apaixonada pela sua mulher que sempre soube das preferências de seu marido. Quando o filho descobre tudo, tem um surto e sai de casa e fala coisas que muito feias ao pai. Ele não suporta o fato de o próprio pai ser gay.

   Temos que respeitar a escolha do próximo, já que muitas pessoas não aceitam, que pelo menos respeitem isso para que todos possam conviver em harmonia no mundo em que vivemos.

Texto de autoria de Joyce Silva e José Jailson.

Exemplo de entrevista sobre homofobia

1– Como é caracterizada a homofobia nas relações de trabalho?

Na relação de trabalho, o preconceito contra homossexuais, a chamada homofobia, é configurada quando a sexualidade da pessoa é usada como fator para uma punição. Em outras palavras, um patrão se mostra homofóbico ao demitir um empregado apenas por ele ser gay, a despeito de ele ser competente no exercício de suas atribuições. Em outro exemplo, pode-se imaginar uma empregada que se recuse a obedecer o comando de uma patroa lésbica, mesmo que a ordem faça parte do trabalho.

2 – Um estudo de Siqueira e Fellows (2006, p. 71) mostra que os gays assumidos têm mais dificuldade em ocupar cargos hierarquicamente mais elevados. Por quê?
Limitando-me à cultura brasileira, eu diria que há uma ligação muito forte entre o respeito profissional e a sexualidade, ainda que esta seja uma questão de cunho pessoal. Nossa cultura mistura muito o público com o privado, e a relação de emprego acaba ficando refém da preferência sexual. Se falamos em um travesti, por exemplo, o normal é pensarmos em alguém que exerça como profissão a prostituição. Há uma ligação direta na nossa cabeça, que identifica travesti com o sexo feito por dinheiro. Nesse contexto, a sociedade, infelizmente, tem dificuldade em contratar um gay assumido para ser professor, porque irá lidar com crianças; ou para ser chefe, porque o comando exigiria uma postura rígida que – por puro preconceito – consideramos difícil ser desempenhada por um homossexual.
É uma especulação, não tenho dados estatísticos que confirmem essa minha hipótese. Mas acho que uma das desvantagens de misturarmos o público como privado é essa vinculação da sexualidade com a competência profissional. Deixo claro apenas que essa mistura ocorre em outros países e que há também vantagens nessa nossa confusão entre o que cabe ou não a cada pessoa decidir invidualmente.
3 – O que já foi conquistado em benefício dos homossexuais?

Em outros tempos, ser gay já foi crime. Em outros lugares, ainda é. O direito constitucional à liberdade sexual, decorrente das lutas dos anos 60, é um benefício. Há um direito individual de cada pessoa se relacionar com a pessoa que quiser. Isso é uma conquista crucial.
Mas há ainda muito a ser mudado do ponto de vista social. Lembro o exemplo, absolutamente preconceituoso, da conhecida piada de que ser gay era proibido, tornou-se aceitável e será obrigatório. Ela pressupõe que as pessoas heterossexuais devem temer a sexualidade das pessoas homossexuais, que elas devem lutar para garantir sua heterossexualidade. Isso é uma inverdade muito cruel. Se um homem que conheço é gay, isso não interfere em nada em meu gosto por mulheres, por exemplo.
Basicamente, cada pessoa precisa respeitar as pessoas que não gostem do mesmo tipo de relação. Essa é uma conquista a ser construída.

4 – Quais medidas legais uma pessoa que foi vítima de assédio moral por causa da orientação sexual pode adotar?

Considero que o melhor caminho jurídico é a reclamação trabalhista, o mesmo para qualquer outra forma de assédio moral. A vítima de assédio moral homofóbico deve levar ao Judiciário o seu caso e requerer que a empresa lhe restitua, seja por uma indenização, seja pelo retorno ao emprego, o que for mais adequado em cada hipótese.
Há ainda mecanismos penais. Seria possível, por exemplo, prender o chefe que destratou um subordinado gay. Mas acho que essa medida não soluciona o problema. Seria necessário construir um argumento jurídico muito sofisticado mas que se limitaria a cada processo, dificilmente alcançando valor para outras pessoas.

E há também mecanismos que podem preceder as medidas legais. Se a vítima julgar que basta a ofensa não ser repetida, o melhor seria buscar, discretamente, um diálogo franco com o chefe, por exemplo. Mas para isso dar certo, deve haver sobriedade na abordagem, sem escândalos no ambiente laboral, por parte do empregado e compreensão, sem pedras na mão ao ouvir a queixa, na postura do empregador.
5 – Quais as vantagens e desvantagens de uma lei que criminaliza a homofobia?

Hoje busca-se a criminalização específica do preconceito contra homossexuais. É uma demanda que considero cabível, uma vez que há, sim, diversas ocasiões em que ser gay é visto como algo pejorativo. Quando ofendemos um amigo homem, por exemplo, chamando-o de “viado” ou “mariquinha” estamos reforçando, ainda que de forma bastante sutil, a ideia de que ser homossexual é um defeito. Por isso, considero plausível que haja uma luta para que o direito à liberdade sexual seja mais concreto do que uma simples frase na Constituição.
Por outro lado, sou contra a criação de um novo tipo penal.  Mais prisões não trarão menos preconceito. Acho que esse não é o caminho, porque pune apenas aquela pessoa que manifesta o preconceito, sem que isso necessariamente reflita na sociedade. O direito penal não serve como ferramenta para efetivar direitos fundamentais. Ele apenas pune a violação, ele não repara o estrago. O Brasil precisa, isso sim, de políticas que de fato possam prevenir o estrago. O Estado, seguindo essa demanda legítima da sociedade, precisa se esforçar para adotar uma solução que faça mais pelo respeito à homossexualidade do que aumentar o número de presos no Brasil.
6 – O Brasil está preparado para uma lei assim? Por quê?

Não acho que se trate de preparação. Na minha opinião, punir a manifestação verbal do preconceito com pena criminal seria um erro em qualquer país, em qualquer hipótese. Há outras formas de sanção, outros meios de repreender a intolerância.
De qualquer forma, uma lei penal brasileira nesse sentido tanto poderia agravar a já penosa situação de preconceito hoje existente, quanto poderia ajudar a desconstruir esse preconceito. Creio não haver garantias de que dará certo, e o risco de dar muito errado é bastante alto. Suponho que haveria um “patrulhamento” sobre a questão, e qualquer menção a atividade ou atração homossexual poderia – por equívoco – ser interpretada como ofensiva e, logo, crime.
De novo, é uma questão da própria proposta de usar o direito penal com forma de promover direitos fundamentais. É como tentar salvar vidas com bombas aéreas ou um afogado com um jato d’água.
Fontes: https://hiperficie.wordpress.com/2011/09/09/entrevista-homofobia-nas-relacoes-de-trabalho/

Exemplo de resenha sobre homofobia

Homofobia e outras expressões correlatas de violência - desafios para a psicologia política.

  A tese deste artigo pretende contribuir para o debate sobre a violência de gênero sexismo e homofobia situado estes temas em um plano político. Para tanto, expor e avaliar a ótica pela qual foi pesquisado e teorizado, com uma maior aceitação e preferência entre os pesquisadores e teóricos, o tema da violência, onde a temática da violência de gênero generalizadamente se encontrou como subtópico.
   No cenário da América Latina e, principalmente no Brasil, há pouco interesse na investigação sistematizada e pouco se publica sobre esses temas. O Estado incorporou a violência de gênero em suas políticas sociais no final da década de oitenta, e alguns de seus programas passaram a ser gerenciados por agentes sociais, porém, paradoxalmente, persistiu o desinteresse pelo debate teórico. Outra foma de contradição vem do fato que o tema da violência - e aqui se encontram as violências específicas, foco deste artigo - ganha espaço entre as entidades classistas, particularmente no Conselho Nacional de Psicologia, nos Conselhos Regionais da Psicologia, encontros da Associação Brasileira de Psicologia Social, e na recente criada Sociedade Brasileira de Psicologia Política. Os contornos do problema da violência parecem ter atingido estruturas claras, ficando os agentes sociais responsáveis pela sua erradicação; pouca contribuição teórica investigar o tema. Para isso também, o artigo no qual se constrói essa resenha, procura contribuir, tendo em foco, principalmente, o sexismo e a homofobia.
   Há poucos modelos eficazes no combate à violência de gênero, não sendo bastante apenas as ações por equipamentos de contenção, como centros de apoios, delegacias especializadas, ou programas de intervenção. A temática da violência de gênero é de difícil abordagem e está profundamente ligada aos processos de socialização, sendo um desafio à psicologia e aos psicólogos que não estão aptos a operar e entender seus possíveis desdobramentos psicossociais.
   Antes de tudo, o que se propõe é que o sexismo e a homofobia podem ganhar uma análise específica e diferenciada, não estando restritamente aos estudos sobre preconceito social. Teorias e modelos que não levam em consideração o sistema de gênros irão falhar ao tentar lidar com essas questões.

Fonte: http://estereotipos.net/2013/03/26/resenha-homofobia-e-outras-expressoes-correlatas-de-violencia-desafios-para-a-psicologia-politica/

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Exemplo de notícia sobre homofobia

Correção: a cada hora, um gay sofre violência no Brasil.

  A nota enviada anteriormente contém incorreção. Não é um homossexual a cada três minutos que é agredido e sim um a cada hora que sofre alguma espécie de violência no Brasil. e o número de denúncias cresceu 460% e não acima de 600% como havia sido informado. Segue o texto corrigido:

Assassinatos:
   O filho de Avelino Mendes Fortuna, de 52 anos, não teve a mesma sorte. Ontem fez dois anos que Lucas Fortuna, de 28, morreu assassinado em Santo Agostim, no Grande Recife, em Pernambuco. Jornalista foi espancado por uma dupla de homens e jogado ainda vivo no mar. Os assassinos foram presos e confessaram o crime por homofobia, mas no inquérito a polícia trara o caso como latrocínio.

Fonte: http://www.estado.com.br/noticia/geral/correcao-a-cada-hora-um-gay-sofre-violencia-no-brasil,1596098  

Exemplo de charge sobre homofobia



 Fonte: https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+homofobia&newwindow=1&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=fu94VOi-BbeQsQT9sYHgAQ&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1360&bih=667#facrc=_&imgdii=_&imgrc=mKlTncZSVsJapM%253A%3BT0oP5ycaZ4MBNM%3Bhttps%253A%252F%252Flatuffcartoons.files.wordpress.com%252F2013%252F04%252Fiv-marcha-nacional-contra-a-homofobia.gif%3Bhttps%253A%252F%252Flatuffcartoons.wordpress.com%252Ftag%252Fbancada-evangelica%252F%3B5610%3B3330

Exemplo de história em quadrinhos sobre homofobia



Fonte: https://www.google.com.br/search?q=hist%C3%B3ria+em+quadrinhos+sobre+homofobia&newwindow=1&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=c-94VJ6lNvOCsQTZvIHYBg&ved=0CAgQ_AUoAQ&biw=1360&bih=667#imgdii=_

Exemplo de artigo sobre homofobia

COMOhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png que inspirada nos shows de casting da TV, no estilo Deutschland sucht den Superstar(Alemanha procura o superstar), a BUSCAhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png se estendeu por quase oito anos: a Alemanha procura seu craque gay.
Em dezembro de 2006, a hoje extinta revista de FUTEBOLhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png Rund iniciou o debate, sob a manchete "Um entre cada 11 profissionais do FUTEBOLhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png é gay". Desde então, as especulações e prognósticos se acumularam. Reportagens sobre jogadores anônimos eram ilustradas com silhuetas e emolduradas em cor-de-rosa. A homossexualidade era descrita como algo esquálido, sórdido, e portanto inferior à heterossexualidade.
Agora, o ex-craque da seleção nacional Thomas Hitzlsperger resgata o tema dos becos escuros, trazendo-o à luz pública, numa bem fundamentada entrevista ao semanário Die Zeit. Deste modo, o atleta de 31 anos dá partida a uma discussão que teoricamente já foi encenada uma dúzia de vezes. Mas será que torcedores, clubes e mídia vão resistir ao TESTEhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png da realidade?
Palavras "inofensivas", ressentimentos difundidos
Hitzlsperger recebeu demonstrações de respeito de todos os lados: em público, o futebol pode ostentar liberalidade. Mas que consequências terá o coming out? A discussão vai descambar num culto da personalidade, com manchetes de tabloide e uma maratona de talk-shows? Ou jogadores, clubes e federações aproveitarão a atenção pública para de fato questionar as estruturas do futebol, com seu culto à masculinidade, a sua glorificação dos craques, a exaltação da superioridade pelos torcedores?

Oliver Bierhoff, coordenador da seleção alemã: apoio agora, palavras duvidosas em 2011
A norma implícita do futebol é "masculino, hetero, branco". "Combate, garra e vontade de vencer estão indissoluvelmente interconectados", declarou Hitzlsperger ao Die Zeit. E isso não combina com o clichê "quem é gay, é frouxo", que tantos ainda sustentam.
Hitzlsperger se expõe à opinião pública depois de ter encerrado a carreira. Hoje ele não precisaMAIShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png encarar colegas nos vestiários ou torcedores em estádios adversários. Sua decisão é importante, mas, ao estampá-la COMOhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.pnguma revolução na história do esporte, corre-se o risco de perder de vista o cerne do problema.
Três exemplos: em 2008, o treinador alemão CHRISTOPHhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png Daum indiretamente equiparou os homossexuais aos pedófilos. Após um episódio da série policial televisiva Tatort sobre jogadores de futebol gays, em 2011, o coordenador técnico da seleção alemã, Oliver Bierhoff, classificou a declaração fictícia de um dos protagonistas como "atentado CONTRAhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png a família da seleção nacional alemã". Referindo-se à Copa do Mundo de 2022, no Catar, país onde o sexo entre iguais é punido com prisão, o presidente da Fifa, Sepp Blatter, disse que os homossexuais deveriam "se abster de qualquer atividade sexual".
Daum, Bierhoff e Blatter expressam, assim, em palavras aparentemente inofensivas, ressentimentos difundidos. Se eles tivessem se referido à cor de pele escura ou à origem judaica, o clamor da sociedade teria sido mais alto. Diversos jogos já foram interrompidos por causa de manifestações racistas – por homofobia, nunca. Um coming out será capaz de mudar essa situação?

Maioria das ações anit-homofobia parte das bases
FUTEBOLhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png ignora a homossexualidade
Num estudo de longa duração da Universidade de Bielefeld sobre hostilidade contra grupos humanos, um quarto dos entrevistados concordou com a seguinte afirmativa: "É nojento homossexuais se beijarem em público".
Nos estádios, é provável que uma atitude homófoba se traduza ainda MAIShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png rapidamente em comportamento hostil: são muitos os torcedores alemães que, no anonimato da massa, usam o termo "Schwuchtel" ("bichona") para degradar o adversário.
A Fundação Nacional Magnus Hirschfeld, de Berlim, porta o nome de um sexólogo alemão e pioneiro do direito à sexualidade, que viveu de 1868 a 1935. Ela se propõe enfraquecer os clichês homofóbicos com um programa de esclarecimento entre os jovens profissionais de futebol. Em meados de 2013, a Federação Alemã de Futebol (DFB) também publicou uma brochura sobre o tema.
Tais iniciativas podem, agora, se reportar a um embaixador: THOMAShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png Hitzlsperger. Ao jornal Die Zeit, ele declarou que, no futebol, a homossexualidade é "simplesmente ignorada". Ele disse não conhecer pessoalmente nenhum jogador que a tenha tematizado. Agora, abriu a CHANCEhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png de ampliar a receptividade dos jovens para o tema, raramente mencionado nos internatos dos clubes ou nas escolas voltadas à formação de esportistas.
Iniciativas das bases

THOMAShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png Hitzlsperger ao anunciar fim de sua carreira profissional, em setembro de 2013
A maioria das campanhas anti-homofobia partiu das bases, muitas vezes enfrentando a resistência do esporte de ponta. A primeira associação esportiva para gays e lésbicas da Europa  foi o SC Janus, de Colônia, fundado em 1980 por craques de voleibol. De lá para cá, a Alemanha já conta com mais de 50 clubes esportivos do gênero.
No futebol, 20 torcidas organizadas de torcedores homossexuais se empenham por ganhar aceitação, e projetos para fãs do esporte oferecem WORKSHOPShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png. Há anos iniciativas como essas tentam criar um polo de oposição ao "Alemanha procura seu craque gay", e agora, à sombra de Hitzlsperger, podem tentar sair de seu nicho midiático.
A DFB e a Federação Alemã de Esportes Olímpicos (DOSB) prometeram apoio a Hitzlsperger. Ainda em 1995, o DFB ameaçou expulsar suas jogadoras da seleção nacional caso participassem da Copa Europeia de Gays e Lésbicas. Foi o ex-presidente Theo Zwanziger que mudou esse posicionamento. Na época, a DOSB não se opôs ostensivamente. Será que as coisas de fato mudaram?

Dentro de um mês iniciam-se os Jogos Olímpicos de Inverno na cidade de Sochi, na Rússia: lá, a homossexualidade é passível de punição pelo Estado.

Fontes: http://www.dw.de/a-homofobia-no-futebol-e-o-bom-exemplo-de-hitzlsperger/a-17351003

Definição de resenha

     
   Resenha é uma abordagem para a construção de relações entre as propriedades de um determinado objeto, analisando-o, descrevendo-o e enumerando aspectos considerados relevantes sobre ele. Resenha também é um texto que serve para apresentar outro, que seja desconhecido do leitor.
   No jornalismo, resenha é utilizada como forma de prestação de serviço, é um texto de origem opinativa que reúne comentários de origem pessoal e julgamentos do resenhador sobre o que está sendo analisado. O objeto da resenha pode ser de qualquer natureza: um filme, livro, álbum, peça de teatro ou até mesmo um jogo de futebol, e pode ser uma resenha descritiva ou crítica. Para apresentar uma resenha é importante dar uma idéia resumida dos assuntos tratados, apresentar o maior número de informações sobre o trabalho, para dar ao leitor os requisitos mínimos para que ele se oriente.
   A resenha consiste em uma descrição minuciosa de uma determinada obra literária, filme ou outra expressão artística. Uma resenha crítica consiste na elaboração de um resumo da obra em questão, seguida da escolha das idéias principais, e elaboração de um juízo sobre o valor da obra. Desta forma, o leitor fica informado a respeito da obra.
   Existe também a resenha científica, trabalho acadêmico ou resenha acadêmica, que são resenhas elaboradas e ensinadas na universidade. Esse tipo de resenha apresenta uma síntese e uma crítica sobre um trabalho científico, e pode ser elaborada com base em leitura motivada por interesse próprio ou sob demanda.

  Resenha de livros é uma forma de crítica literária, em que um livro é analisado com base no conteúdo, estilo e mérito. Muitas vezes, a resenha é realizada em periódicos, como escola, trabalho ou online, essa revisão contém avaliações do livro com base no gosto pessoal.

Fonte: http://www.significados.com.br/resenha/

Definição de notícia

   Notícia é qualquer tipo de informação que apresenta um acontecimento novo e recente ou que divulga uma novidade sobre uma situação já existente. A origem da palavra "notícia' provém do latim, em que "notitia" significa "notoriedade, conhecimento de alguém, noção".
   É comum o uso do termo como sinônimo de "paradeiro", quando se pretende ter conhecimento sobre a situação de uma determinada pessoa. Por exemplo: "Tem notícia da nossa colega Maria Antônia?".
   Em jornalismo, uma notícia se caracteriza por um texto informativo de interesse público, que narra algum fato recente ocorrido no pais ou no mundo, e cujo conteúdo é constituído por um tema político, econômico, social, cultural, etc.
   As notícias são veiculadas ao público através da televisão, jornais, revistas e outros meios.
   A narração de uma notícia de gênero jornalístico deve ser feita de modo objetivo e imparcial. Nesse gênero de notícia, deve ser destacada a veracidade dos fatos, a clareza da linguagem e a objetividade do conteúdo.
   As principais perguntas que devem ser respondidas para estruturar uma notícia são: o quê?, quando?, onde?, como? e porquê?.
   A estrutura do texto jornalístico é chamada de "pirâmide invertida". pois a informação mais relevante da notícia deve aparecer logo no primeiro parágrafo. Nos parágrafos seguintes, surgem outras informações por ordem decrescente de importância.

Fonte: http://www.significados.com.br/noticia/

Definição de charge

   Charge é uma ilustração humorística que envolve a caricatura de um ou mais personagens, feita com o objetivo de satirizar algum acontecimento da atualidade.
    O termo charge tem origem no francês "charger" que significa "carga". A primeira charge publicada no Brasil foi no ano de 1837 e tinha como título "A campanha e o Cujo". Foi criada por Manuel José de Araújo Porto-Alegre, que dentre as funções exercidas na política e ensino, era também pintor e caricaturista.
   As charges são muito utilizadas para fazer críticas da natureza política. São normalmente publicadas em jornais ou revistas e conseguem atingir um vastos público. Para interpretar o significado de uma charge, é necessário estar a par dos acontecimentos políticos nacionais e internacionais.
   Entre os anos de 2005 e 2006, a publicação de 12 charges sobre o profeta Maomé, no jornal dinamarquês Jyllands-Posten, causou muita polêmica e revolta na comunidade muçulmana. As charges foram designadas por "As faces de Maomé" e algumas mostravam a caricatura do profeta com uma bomba no turbante.

Fonte: http://www.significados.com.br/charge/

Definição de entrevista

O enfoque aplicado ao termo “basicamente” se refere a uma noção genérica de que estamos acostumados a presenciar pessoas concedendo entrevistas aos veículos de comunicação, ora representados pelo rádio ou televisão, de forma presencial, ou seja, ao vivo. No entanto, há entrevistas que são transcritas para a linguagem escrita, como é o caso da ocorrência em jornais impressos ou revistas. 

O aspecto que incide na diferença entre a modalidade oral/escrita é justamente as  marcas da oralidade, visto que a linguagem corporal, como,  por exemplo, gestos, interrupção e retomada de pensamentos, também compõem o perfil do entrevistado.

Tal gênero possui uma finalidade em si mesmo – a informação. Trata-se da interação entre os interlocutores, aqui representados na pessoa do entrevistador e do entrevistado, cujo objetivo desses é relatar suas experiências e conhecimentos acerca de um determinado assunto de acordo com os questionamentos previamente elaborados por aquele.

Referindo-nos à questão inerente ao preparo prévio, este se faz necessário em função da credibilidade requisitada pelo gênero em foco. Mesmo sendo algo relacionado à fala, o emprego de um certo formalismo e a adoção de uma postura adequada são imprescindíveis. 

Analisemos de fato sobre a importância desse ato de proceder como tal. Ora, sabemos que há diferentes tipos de entrevistas, entre elas: a entrevista de emprego, a entrevista médica, a jornalística, dentre outras. A “imagem” que pretendemos passar fala muito a respeito de nós mesmos, daí a importância de nos posicionarmos de maneira condizente com os fatos circunstanciais. 

Não podemos deixar de mencionar que aliado a esses requisitos também se encontra aquele a que nos é primordial - a busca incessante pelo conhecimento com vistas à amplitude de nossa visão de mundo. No caso do entrevistador, é elementar que, antes de tudo, ele tenha domínio do assunto em referência de modo a elaborar um roteiro de perguntas consideradas plausíveis e, assim, alcançar seus objetivos propostos. 

Concluindo nossos conhecimentos com relação às particularidades da referida modalidade, analisemos alguns de seus elementos constitutivos. Geralmente, a entrevista costuma compor-se de:

* Manchete ou título – Como o objetivo é despertar o interesse no público expectador, essa costuma vir acompanhada de uma frase de efeito, proferida de modo marcante por parte do entrevistador. 

* Apresentação - Nesse momento faz-se referência ao entrevistado, divulgando sua autoridade em relação ao posicionamento social ou relevância no assunto em questão, como, por exemplo, experiência profissional e conhecimentos relativos à situação em voga, como também os pontos principais relativos à entrevista. 

*Perguntas e respostas – Trata-se do discurso propriamente dito, em que perguntas e respostas são proferidas consoantes ao assunto abordado. Em meio a essa interação há um controle por parte do entrevistador para demarcar o momento da atuação dos participantes.

Definição de História em quadrinhos

Tal modalidade insere-se entre os textos com os quais comumente convivemos. Compõem o quadro dos chamados narrativos por apresentarem características semelhantes à narração, como personagens, espaço, tempo, sobretudo pelo enredo se caracterizar por uma sequência de ações.
   Apenas diferem-se pelo fato de que, ao invés do narrador, o diálogo é retratado de forma direta, representado em forma de balões, uma composição gráfica, em consonância com uma linguagem não verbal, na qual as imagens representam um papel de destaque, de modo a promover a interação entre os interlocutores por meio de uma relação de causa e efeito.
   Quanto às finalidades, talvez a principal seja visar ao entretenimento, embora em algumas ocasiões veicula uma informação como forma de alertar a população para problemas polêmicos, como é o caso de campanhas comunitárias relacionadas à área da saúde, fatores ligados ao trânsito, consumo de água e energia, dentre outros.
    Como anteriormente mencionado, é de fundamental importância que haja uma efetiva interação entre o leitor e o discurso, associando-o a elementos icônicos (imagens) e ao texto (elementos lingüísticos), por se tratar de uma comunicação mais imediata.
   Procurando inteirar-nos mais sobre o assunto ora explanado, verificaremos a seguir alguns de seus elementos primordiais:

 - Localização dos balões: indica a ordem em que sucedem as falas (de cima para baixo, da direita para a esquerda);
 - Contorno dos balões: a forma como são criados representam a postura assumida pelos personagens, como por exemplo: em linha contínua ( fala pronunciada em tom normal); linhas interrompidas ( fala sussurrada); ziguezagueada ( representam um grito, um personagem falando alto, ou o som de um rádio ou televisão);
 - Sinais de pontuação: reforçam sentimentos, conferindo maior expressividade à voz dos personagens;


 - Emprego das onomatopeias: conferem movimento à história, imitando sons do ambiente, entre as quais podemos citar: crash ( para uma batida), zzzz ( para o sono), rrrr ( para o rosnado de um cão), buuum ( para uma explosão), entre outras.

Fonte: http://www.brasilescola.com/redacao/historia-quadrinhos.htm

Definição de artigo

O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos.

É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis.

Logo, as idéias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final.

Contudo, em vestibulares, a assinatura é desnecessária, uma vez que pode identificar a autoria e desclassificar o candidato.

É muito comum artigos de opinião em jornais e revistas. Portanto, se você quiser aprofundar mais seus conhecimentos a respeito desse tipo de produção textual, é só procurá-lo nestes tipos de canais informativos. A leitura é breve e simples, pois são textos pequenos e a linguagem não é intelectualizada, uma vez que a intenção é atingir todo tipo de leitor.

Uma característica muito peculiar deste tipo de gênero textual é a persuasão, que consiste na tentativa do emissor de convencer o destinatário, neste caso, o leitor, a adotar a opinião apresentada. Por este motivo, é comum presenciarmos descrições detalhadas, apelo emotivo, acusações, humor satírico, ironia e fontes de informações precisas.

Como dito anteriormente, a linguagem é objetiva e aparecem repletas de sinais de exclamação e interrogação, os quais incitam à posição de reflexão favorável ao enfoque do autor.

Outros aspectos persuasivos são as orações no imperativo (seja, compre, ajude, favoreça, exija, etc.) e a utilização de conjunções que agem como elementos articuladores (e, mas, contudo, porém, entretanto, uma vez que, de forma que, etc.) e dão maior clareza às idéias.

Geralmente, é escrito em primeira pessoa, já que trata-se de um texto com marcas pessoais e, portanto, com indícios claros de subjetividade, porém, pode surgir em terceira pessoa.

Fonte: http://www.mundoeducacao.com/redacao/artigo-opiniao.htm

Gêneros Textuais

Diferente do Gênero Literário, o Gênero Textual é o nome que se dá às diferentes formas de linguagem empregadas nos textos. Estas formas podem ser MAIShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png formais ou mais informais, e até se mesclarem em um mesmo texto, porém este será nomeado com o gênero que prevalecer. São exemplos de gêneros textuais: o romance, o artigo de opinião, o conto e a receita, que são gêneros escritos, ou ainda textos orais como a aula, o debate, a palestra, etc.

Os gêneros textuais são a forma como a língua se organiza para se manifestar nas mais diversas situações de comunicação, são a língua em constante uso.
Não podemos confundir Gênero Textual com Gênero Literário. Há uma classificação para os gêneros literários, ou seja, textos literários que são classificados segundo a sua forma: gênero lírico, gênero épico, gênero dramático e gênero narrativo…
Quando falamos em gêneros textuais, não estamos nos detendo nos textos literários, mas sim englobando todos os textos da língua, basta que possuam a capacidade de comunicar algo. Os textos, orais ou escritos, que produzimos para nos comunicar, possuem um conjunto de características, e são estas características que determinarão seu gênero textual. Algumas destas características são: o assunto, quem está falando, para quem está falando, sua finalidade, ou se o texto é mais narrativo, instrucional, argumentativo, etc.
Enfim, cada gênero textual possui seu próprio estilo e estrutura, possibilitando, assim, que nós o identifiquemos através de suas características. Vejamos alguns exemplos:
Carta: se caracteriza por ter um destinatário e um remetente específicos, pode ser uma carta pessoal, ou uma carta institucional, pode ser ainda uma carta ao leitor, ou uma carta aberta. Dependendo de qual seja seu OBJETIVO, ela adquirirá diferentes estilos de escrita, poderá ser dissertativa, narrativa ou descritiva. A estrutura formal da carta é também uma característica marcante, pois é fixa, apresentando primeiramente a saudação, em seguida o corpo da carta e por último a despedida.
Propaganda: este gênero costuma aparecer bastante na forma oral, mas também pode ser escrito. Possui como  característica marcante a linguagem argumentativa e expositiva, podendo também haver pequenas descrições. O objetivo é sempre o mesmo: divulgar o produto/serviço e influenciar a opinião do leitor para que ele “compre” a idéia. O texto é claro e objetivo, e as mensagens costumam despertar sentimentos, emoções e sensações no leitor: calma, tranquilidade, emoção, adrenalina, calor, frio, inquietação. Outro elemento importante é o uso das imagens.
Receita: é um texto instrucional permeado de descrições. O objetivo é instruir o leitor para preparar algo, geralmente uma comida. A estrutura também é fixa, apresentando na sequência: os ingredientes, o modo de preparo e o rendimento da receita. Quanto à linguagem, utiliza verbos no imperativo, pois a partir da ordem, o leitor tenderá a seguir corretamente as instruções para adquirir bom êxito.
Outros exemplos de textos instrucionais são a bula de remédio e o manual de instruções.
Notícia: este é um dentre os diversos gêneros jornalísticos, e pode ser facilmente identificado. Possui como característica a linguagem narrativa e descritiva, e seu objetivo é informar um fato ocorrido. Outra característica marcante é a presença de elementos como: o tempo, o lugar e as personagens envolvidas no fato.
Há outros gêneros essencialmente jornalísticos como a Reportagem e a Entrevista.
Vejamos mais alguns exemplos de gêneros textuais:
  • Conto maravilhoso;
  • Conto de fadas;
  • Fábula;
  • Lenda;
  • Narrativa de ficção científica;
  • Romance;
  • Conto;
  • Piada;
  • Relato de viagem;
  • Diário;
  • Autobiografia;
  • Curriculum vitae;
  • Biografia;
  • Relato histórico;
  • Artigo de opinião;
  • Carta de leitor;
  • Carta de solicitação;
  • Editorial;
  • Ensaio;
  • Resenhas críticas;
  • Seminário;
  • Conferência;
  • Palestra;
  • Entrevista de especialista;
  • Relatório científico;
  • Regulamento;
  • Textos prescritivos;


Seria impossível estudar todos ao mesmo tempo, por isso ao escrever qualquer um destes ou outros textos, é importante ler alguns exemplos e estudar a linguagem e as características, especialmente se há uma exigência para que você seja fiel ao gênero textual.

Fonte: http://www.infoescola.com/literatura/generos-textuais/